segunda-feira, 29 de novembro de 2010

HOMENAGEM A LEONEL DE SOUSA

Leonel de Sousa Campeão do desportivismo e da simpatia.Um Mago não apenas como piloto,pois só muito dificilmente era batido,mas também o melhor preparador de motores 50cc que existiu entre nós.Natural de Milheirós-Maia, foi posteriormente morar para Àgueda. Pai do também famoso piloto de Motocross José Torres de Sousa.


sábado, 20 de novembro de 2010

JOSÉ CARVALHO-O HISTÓRICO

Na história do motocross Nacional,vai ficar o nome do piloto de Setúbal,José Carvalho.E vai ficar porquê? Por ter ganho mais corridas? Por ser mais rápido de todos?Concerteza que não,pois na cilindrada 50cc é vulgar vencer.
José Carvalho ficará na História porque a prova efectuada na pista de Fonte Grada em 1982, foi a ultima que se disputou no nosso país,naquela cilindrada e que ele ganhou. Para o ano 1983 os Campeonatos Nacionais deixarão de ter as 50cc a acelerar,para passar a uma cilindrada superior, mais concretamente 80cc,tal como se passa no estrangeiro.





José Carvalho um dos pilotos mais rápidos em 50cc

PHILIPPE CAMAL

Este piloto Belga vinha muitas vezes correr entre nós. Aqui podemos vê-lo na pista de Leça do Balio a saltar em bom estilo.
Ele era piloto oficial da Jawa, mas nesta corrida está a pilotar uma Husqvarna.



sexta-feira, 19 de novembro de 2010

JOSE SANTOS O REI DAS 125CC

José Santos, o «rei» das 125cc.
José Santos foi um dos pilotos que marcou a década de 70/80 do Motocrosse português, a par de Manuel Massadas, Bernardo Ferrão, Fernando Neves, Rodrigo Ribeiro, José Leite, Mário Kalssas, entre outros, que escreveram páginas de ouro de uma das mais espectaculares disciplinas do motociclismo de competição.
José Manuel Leão dos Santos, nasceu em Sá da Bandeira (Angola) em 1958. Nove anos mais tarde, os pais regressam a Portugal, com o futuro grande piloto assentar arraias em Lordelo (Paredes), de onde os seus pais eram naturais. Os desportos motorizados, rapidamente se transformam numa paixão para José Santos, muito por culpa do seu pai, que foi também o grande impulsionador da brilhante carreira desportiva que realizou o piloto de Lordelo.
Em 1975, mais como brincadeira, José Santos realizou a sua primeira corrida, aos comandos de uma Sachs V5, numa prova “pirata” realizada em Lordelo. No ano seguinte, aos comandos de uma Stamir 50 (uma réplica da Macal, construída pelo saudoso Miranda, de Cucujães), e mais tarde também em 125cc ( Husqvarna), participou no «Nacional» Júnior, categoria em que viria a sagrar-se vice-campeão, em 125cc e 50cc(utilizando uma Sachs oficial, habitualmente utilizada por Abílio Fernandes), na final do campeonato realizada na pista de Monte Redondo (Leiria).
Em 1977, depois de um ano de experiência em que brilhou com a Husqvarna e também com uma das famosas Honda 125 Elsinore (ex-Moura Relvas), passou definitivamente para as marcas japonesas e da Suzuki em particular, aos comandos da qual conquistou três títulos nacionais consecutivos (1977, 78 e 79). Neste período, o mais brilhante da sua carreira, a par de ter realizado memoráveis exibições em corrida internacionais, estreou-se também no «Mundial», na famosa pista de Lérida –Barcelona( a pista internacional de sua predilecção), então um dos mais carismáticos circuitos de Mundial. Seguiram-se, presenças em provas na Suiça, França, Itália e Checoslováquia, nas quais teve alegria de compartilhar a pista com os grandes nomes da época, como o belga Gaston Rahier, o japonês Watanabe, o belga Harry Everts, e o seu ídolo Eric Geboers (o primeiro piloto da história do Motocrosse a conquistar o título nas três categorias: 125, 250 e 500cc).
Entretanto em Portugal, estreia-se na categoria 250cc, aos comandos de uma Kawasaki, ao mesmo tempo que conquistava o patrocínio da «Ponto Verde», marca de vestuário, que passou também a ficar intimamente ligada à imagem do piloto de Lordelo, que depois viu a sua carreira marcada por vários vice-campeonatos, em 125 e 250cc, sempre aos comandos de marcas nipónicas (Suzuki, Kawasaki e Yamaha). As lesões, particularmente nos joelhos, começaram a «tramar» a carreira de José Santos, que viria abandonar em 1986, trocando as corridas pelo comércio de vestuário, actividade em que, como nas pistas, conquistou grande sucesso.



José Santos Campeão Nacional de 125cc-1977


Sempre Espectacular José Santos